sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Mais um dos meus muitos pecados!

Sou um pecadora assumida e digo isso sem grandes problemas, porque o meu confessor sabe-o e também porque há pecados que são visíveis aos olhos de muitos... E hoje cometi um enorme pecado! Estão a ver este chocolatinho???


COMI UM IGUAL INTEIRINHO DURANTE A TARDE!
Mais 100 gramas de Milka avelã a pesar na balança! :(

Agora sabia mesmo bem #4

Ter um final de tarde repleto de sol...

Um dia...

tudo acaba!


Mesmo quando se jura que é para sempre...

Tia em desespero #1

Sou - e já o disse aqui inúmeras vezes - uma pessoa muito grata e feliz pela família e vida que tenho. Mas ser tia de três crianças sem mãe, não é de todo uma tarefa fácil! E nos últimos dias, a prova mais evidente disso, é a falta que sinto de dormir...


O meu sobrinho mais velho (que é aquele que mais precisa de nós) "mudou-se lá para casa" e como tal, tenho sido uma "mãetia": vou buscar à escola, vou a reuniões ou à psicóloga, chegamos a casa e ainda vou fazer com ele os trabalhos e depois a mala para o dia seguinte. Depois jantamos, banho, um ou outro desentendimento e cama! Isto tudo somado à vida frenética que já tenho!!! Logo não há tempo para tudo e acabo por ter que roubar tempo ao meu precioso e mais que tudo sono... Assim, hoje tal como ontem e estes últimos dias ando aqui que nem me aguento com tanto sono!

#10 - Em Oração

Quem as mãos estende,
Quem sabe dar valor,
E quem nunca se cansa
Sabe de Amor.

Quem, cada manhã,
Saúda alegre o sol;
Quem é forte, quem vive,
Sabe de Amor.

Quem não se retira,
Quem cuida com amor,
Quem as portas não fecha,
Sabe de Amor.

Quem assim procede,
Caminha até à Luz,
Pode até não saber,
Mas segue Jesus.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

#17 Conversas

Hoje no supermercado encontrei uma amiga, que já não via há muito tempo, na verdade já não nos víamos mesmo há alguns anos... Ela encontrava-se a empurrar um carrinho de bebé e lá dentro encontrava-se uma coisinha linda de dois meses:
 
 - Olá, E.!
 - Olá, tás boa? Há quanto tempo? E só nos vemos nos supermercados?
 - É verdade, estás boa? É teu?  - pergunto eu olhando para o bebé e dando-lhe a xuxa que entretanto caíra.
 - Sim!!! É...
 - Oh que lindo!
 - É o L. e tu perdeste o nascimento do S. que está ali...
 - Ai? A sério? - Eu meio a trapalhada :)
 - Sim o ? (não me lembro o nome que ela disse!) foi o último que conheceste, o que foi comigo à FA.
 - Então? Já são quatro?
 - Não Cinco!!!
 - A sério?
 - Sim. Não te lembras que o meu objectivo, na altura, era ter dez?
 
Que bom! E que alegria!
Adoro pessoas felizes... 
É de mais pessoas como a E.S. que o mundo precisa: aventureiras, despreocupadas, corajosas e super-mães!
 

#16- O que dizem de mim

"gosto de te ver usar este lenço"


Resposta: É bom puder usar este lenço!
(meu querido padre Leitão!)

Impossível não partilhar!

Quando perdemos alguém a dor é enorme! Mas esta dor ainda é maior... Não tem fim!!!
Esta expressão "perder alguém" está quase sempre associada a uma morte, alguém que lembraremos para sempre e que, quase sempre, está em determinado local, onde se pode ir regularmente para, muitas vezes, chorar a perda...
Mas, neste caso não existe um local, não se sabe que perda chorar...

Arrepia-me a alma esta mãe, este video, esta mensagem...





quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Perdi (mais um)a batalha, mas não vou perder a guerra!

Quantas vezes podemos nós cair no mesmo erro?
Quantas batalhas são precisas para se vencer a guerra?


Hoje

...pode não ser um dia bom!


Não gosto! #8

De me sentir "usada"!


Uma coisa é alguém precisar de ti em determinado momento, seja teu conhecido mais ou menos chegado e pedir-te algo, tu fazes porque queres, ele nem sempre agradece e pronto o assunto termina. Já sabias que lhe ias fazer algo, um favor ou o que tenha sido e, a coisa termina assim. Outra coisa são aquelas pessoas, que se aproximam de ti e sem pedir acabam por te colocar a fazer coisas que lhes convém no momento, seja companhia, seja um favor, seja o que for... E depois? Depois, adeus. O seu objectivo era só aquilo! Não gosto!!! (mas acontece-me com frequência)

Agora sabia mesmo bem #2

"Aquele" abraço forte que me faz sentir em paz...


terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Não gosto! #7

De me sentir "dona" do que não me pertence...

E consequentemente sentir ciúme...

Vale a pena ler (todas!!!)

De vez em quando gosto de vaguear pelo mundo dos blogs, assim como quem procura ler alguma coisa que seja indicado para o momento...
Não foi bem o caso, mas esta publicação: O QUE É O SEXO? do blog a A farmácia de Serviço já me arrancou umas belas gargalhadas!
Vale a pena ler e ler todas as respostas...


segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

#4 - Coisas que, por muito que tente, não consigo perceber...

Não percebo quase nada de política e muito pouco de leis. Mas, percebo bastante de crianças! E talvez por isso, NÃO APOIO a coadoção por "casais" do mesmo sexo...

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

A gratidão de uns pais no meio da dor

O texto que de seguida transcrevo na integra é o retrato claro da gratidão de uns pais no meio da imensa dor que é perder uma filha. Este é um texto super emocionante que nos mostra com muita clareza uma data de sentimentos e que faz parar, pensar e repensar...
Podia ser uma amiga minha, podia até ser eu...
Vale a pena ler:

Desde manhã que as televisões mostravam em contínuo o funeral de Nelson Mandela, “foi um grande homem mas já estava farto”, conta António Soares, por isso, não estava verdadeiramente atento ao que se estava a passar no ecrã quando viu passar um rodapé, lembra-se bem, era em fundo azul: “Cinco jovens desaparecidos no Meco.” Mais nada.

A filha tinha ido passar um fim-de-semana com colegas de faculdade em Aiana, perto da praia do Meco (concelho de Sesimbra). Era uma reunião dos responsáveis da comissão de praxes da Universidade Lusófona de Lisboa. Catarina Soares era a responsável pelas praxes do seu curso, Turismo. Havia mais cinco jovens de outras licenciaturas, e o "dux", o chefe máximo da praxe na instituição e o único que sobreviveu. A única coisa que a filha lhes disse era que iam planear as praxes do ano lectivo de 2014 e eles nada mais perguntaram. Estavam habituados a vê-la sair de traje académico, era o pai que lhe fazia o nó da gravata. Levou um pacote de massa como contribuição para o jantar. Ainda falaram ao telefone por volta das nove da noite desse dia sobre a máquina de fazer massa que a família tinha acabado de comprar, com que iam fazer a massa das filhós para o Natal. Catarina queria saber se tinha valido a pena a compra. Viria almoçar a casa no dia seguinte. Cozido à portuguesa, o seu prato preferido.

Mal viram o rodapé a passar em fundo ligaram-lhe para o telemóvel, chamou, era bom sinal, devia estar ainda a dormir. Ligaram para o namorado que era colega de faculdade e a tinha ido levar à casa, para tentar saber mais. Mas, conduzidos pela dúvida, saíram de casa os três, pai, mãe e o irmão mais velho, pela faixa da esquerda, os quatro piscas ligados, até que, já próximos do Meco, o pai encostou o carro e percebeu que não sabia para onde ir, o que fazer a seguir.

Foi naquele pedaço de berma da estrada, à direita de quem entra em Alfarim, junto à bomba de gasolina, que soube. Um telefonema do namorado, a chorar, confirmou-lhes que Catarina era uma das “desaparecidas”.

Houve um casal que os viu e lhes disse: “Não sabemos o que passa, mas os senhores estão a precisar de ajuda.” Foi a senhora quem se sentou ao volante do carro da família e os conduziu à praia. Não sabe como se chama “o casal de bons samaritanos”, sabe que levavam um cão de raça labrador. Querem que este texto seja escrito também porque querem agradecer ao que chamam “as pessoas certas na hora errada”, uma cadeia de "conhecidos e desconhecidos, que se foram atravessando no [seu] caminho”, desde que a filha de 22 anos foi levada pelo mar da praia do Meco faz esta quarta-feira um mês, incluindo os oito dias que demorou o mar a devolver-lhes o corpo.

Conduzidos pela senhora cujo nome nunca souberam, foram os primeiros a chegar a um sítio que estava à espera deles. Havia ambulâncias dos bombeiros e do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e uma enorme tenda branca vazia montada para os receber a eles e aos que a seguir viriam. Nunca esquecerão a psicóloga do INEM que os recebeu e lhes “compreendeu a dor”, “a dra. Lena”, não sabem o seu nome completo. Continua até hoje a mandar-lhes sms para saber como estão, ela que depois teve de dividir a sua atenção por tantos, quantos os familiares que foram chegando à tenda onde eles não conseguiram permanecer. “Era sufocante”, a dor que ia avolumando, “os gritos”. Fernanda Cristóvão preferiu passar os dias de espera dentro do carro, rodeada dos amigos da escola secundária onde dá aulas de Economia, a Augusto Cabrita, no Barreiro, que se revezaram para lhe fazer companhia.

Junto ao mar durante oito dias
Já António nunca conseguiu estar longe do mar durante aqueles oito dias. Tinha um amigo que ia buscá-lo todos os dias a casa, no Barreiro, mal o sol nascia, que o levava ao Meco, e que o ia devolver a casa depois de o sol se pôr porque à noite nada se vê. Agradece ao senhor do parque de estacionamento pago da praia que todos os dias lhes abria a cancela, à senhora do restaurante junto ao areal onde nunca comeram, mas que sempre os convidou a abrigarem-se quando estava frio.

Não se lembra da maioria das respostas às perguntas decerto “ignorantes” que foi fazendo aos responsáveis das autoridades marítimas quando andava no areal durante aqueles dias em que se alimentava de barritas de chocolate. “O vento está de oeste, vai trazer o corpo?” Ou então, a cada vez que mudava a maré, se aumentavam a probabilidades de vir dar à costa. “Naquelas circunstâncias tornamo-nos chatos.” Por isso, quer assinalar a forma serena e calma com que estiveram sempre prontos a responder-lhe, às vezes pontuando o discurso com um “há uma forte probabilidade de o corpo da sua filha nunca aparecer”, como ouviu do capitão da capitania do Porto de Setúbal, Lopes da Costa, ou então do comandante da capitania do Porto de Sesimbra. António Soares continuou os dias atento às gaivotas que pousavam em terra e a pedaços de negro que podiam ser do traje académico que a filha e os colegas tinham vestidos.

De tanto perguntar explicaram-lhe que nas primeiras horas os corpos flutuam e, por isso, é quando as buscas devem ser mais intensas, depois afundam-se, depois libertam gases e vêm de novo ao de cima. “Eu queria saber tudo, aprendi tudo naqueles dias.” Ouviu pescadores que se abeiravam dele e que lhe contaram que “o mar às vezes tem dores, às vezes tudo leva”.

Num desses dias, agradece ao amigo que esteve sempre com ele e que, a dada altura, o convidou a saírem do sítio onde estavam sem explicar muito bem porquê. Estava a desviá-lo de uma ambulância que ali vinha recolher o corpo de um dos jovens que tinham dado à costa. A filha tinha sido encontrada do mar nesse mesmo dia a 3,2 quilómetros da costa, mas ele ainda não sabia que era ela.

Estava irreconhecível e António agradece a outro amigo que o ajudou a escrever numa folha A4 todos os traços físicos da filha, como pediu o médico legista. Fernanda Cristóvão refere a médica dentista que fez 30 quilómetros em véspera de Natal para ir buscar as fichas dentárias da filha que os pais entregaram ao Gabinete Médico Legal do Hospital de Setúbal. Lembram o técnico da Polícia Judiciária que foi ao funeral e lhes disse que a equipa trabalhou na véspera de Natal para reconhecer todos os corpos e que a identificação do corpo de Catarina foi confirmada por impressão digital. António Soares é agnóstico, mas acredita que os mortos se visitam nos cemitérios, precisava do corpo da filha.

Catarina já não existe
Nos dias seguintes ao seu funeral foram à sua universidade, foram ao hotel de luxo onde ela estava a estagiar. E essa é outras das razões por que querem que se escreva este texto. Catarina Soares já não existe, mas sentiram que no sítio onde estava a estagiar é como se ela nunca tivesse existido. O que presenciavam que é todos os dias se levantava às 6h30 para estar em Lisboa às 8h e sair às 16h e que no final de estágio iria receber uma remuneração simbólica que a ajudaria a comprar um iphone; à noite estava a acabar as últimas cadeiras da licenciatura em Turismo. Queriam receber o que lhe era devido e doar o dinheiro a uma instituição, mas era como se Catarina fosse "invisível, não havia uma ficha com os dados dela, não tinham a morada dela”. Querem que a morte da filha sirva “pelo menos de alerta contra os estágios não remunerados que supostamente dão experiência e currículo, mas que mais não são do que trabalho escravo”. Custa-lhes saber que a filha ia trabalhar no dia de Natal porque o chefe lhe tinha dito “que é nesse dia que se ganha mais”, quando nunca tiveram intenção de lhe pagar.

Com dois filhos, a Catarina de 22 anos, o irmão de 25, qual é o grande medo de qualquer pai nestas idades? “Que morram num acidente de carro”, responde Fernanda Cristóvão. Nenhum pai pensa que um filho vai morrer assim. Mais ainda quando a filha não era sequer afoita no mar, na casa que têm no Algarve, bastava estar mais bravo para ela se manter afastada, e as ondas do Algarve são o que são, pequenas e mansas. “Nunca me passaria pela cabeça perder assim um filho, levado por uma onda…”, diz a mãe.
É quase tudo o que sabem, que foi o mar que a levou, que os sete jovens fizeram sete quilómetros a pé da casa onde estavam até à praia vestidos de traje académico, que pararam num café onde quatro deles beberam bicas. Tudo o resto está envolto em dúvidas. “Não sabemos o que é que se passou na praia, por que é que sobrou um e morreram seis.” Afinal, como é que foi dado o alerta: a partir de uma cabine telefónica ou através do telemóvel do sobrevivente? Porque é que decidiram fazer aquela distância a pé? Porque é que estavam de madrugada na praia? Afinal, qual é verdade? Estavam sentados na areia ou estavam no mar e porquê?

Tal como acontece em todos os óbitos cujas causas são desconhecidas, o Ministério Público ordenou que fosse aberto um inquérito para averiguar a causa das mortes. "Não existem, por enquanto, quaisquer elementos que indiciem a prática de crime. O Ministério Público ordenou a inquirição, na qualidade de testemunha, do sobrevivente, que vai ser feita pela Polícia Marítima de Setúbal em data a determinar", refere a assessoria de imprensa da Procuradoria-Geral da República em resposta ao PÚBLICO.

António Soares só quer que a Justiça faça o seu trabalho, que avalie se foi "um acidente natural" ou não. “Tenho de saber tudo o que se passou desde que ela saiu de casa. Cada um tem a sua teoria da conspiração, eu tenho a minha, não quero especular.” Talvez saber o que aconteceu ajude. António Soares deixou de conseguir ir pensar para a beira-rio, como sempre fez, Fernanda Cristóvão deixou de conseguir comer peixe. Tudo lembra o mar.
Fonte: http://www.publico.pt/ - escrito por Catarina Gomes

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

#16 Conversas

 - Já sei da tua aventura e já coloquei na minha agenda!
 - Sim, já marquei a data e vai mesmo ter que ser este ano. Estava difícil de conseguir um dia, mas já marquei tudo.
 - É que dia?
 - Um sábado.
 - Boa... A minha também já está marcada e teve mesmo que ficar para o dia 14 de... Não dá mesmo para ser ao fim-de-semana, mas não faz mal.
(...)
 - Olha estive a pensar e já sei porquê que não realizamos estes desejos em 2013. É que quando subimos ao telhado para pedir os nossos desejos para o novo ano, já passava (e muito) da meia noite. Logo, pedimos para o ano que vem e estes só se vão mesmo realizar em 2014!!! (o ano certo)

#20 - Dicas para o homem perfeito


#19 - Dicas para o homem perfeito

Há "pequenos" detalhes numa vida a dois que influenciam (e muito!) na busca do homem perfeito! E o homem perfeito NÃO:
  • ... Deixa as peúgas espalhadas pelo quarto, muito menos as amontoa debaixo da cama ou atrás dos cortinados;
  • ... Deixa a roupa suja fora do cesto;
  • ... Se esquece da toalha molhada em cima da cama;
  • ... Deixa a casa de banho num caos após o banho e ainda sai da mesma a pingar, deixando um rasto de "pingas" pela casa;
  • ... Se senta à mesa e come sem a outra pessoa estar sentada;
  • ... Tem lugar cativo no sofá, sobretudo quando a casa está toda por arrumar;
  • (...)

Rádio Comercial | Ro-nal-dooooooo!



Mesmo não percebendo quase nada de futebol, não dá para ficar indiferente!
O CR7 é o melhor do mundo e, é Português!
(e mais uma vez o Palmeirim está em grande)

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

O carrocel da vida!

Há coisas na vida que me fazem sentir menos bem. Doem-me no peito as memórias que não desejo, as saudades que há muito apaguei, as pessoas que hoje já não estão, os lugares a que não foi, os planos que anulei, as coisas que por medo deixei de fazer...

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Porque rir é o melhor remédio #6

COISAS QUE AGRADAM UMA MULHER VERSUS HOMEM

Que coisas pode um homem fazer para deixar uma mulher feliz?
  • Ouvi-la com alguma atenção
  • Elogiá-la
  • Dizer que está bonita, ou que está mais magra, ou que não tem celulite nenhuma
  • Reparar no novo corte e/ou cor do cabelo
  • Mimá-la e acariciá-la
  • Oferecer-lhe coisinhas simples, simpáticas, fofinhas e carinhas
  • Passear com ela, ou levá-la a jantar fora, ou combinar um programa a dois
  • Fazer-lhe algumas surpresas
  • Ajudá-la em tudo o que ela precisar
  • Mostrar preocupação e interesse pelos seus assuntos
  • Lembrar das datas importantes para ela e para ambos
  • ...
E o quê que uma mulher precisa de fazer para deixar um homem feliz?
  • Aparecer nua ou trazer uma grade de cerveja para o seu homem

Tenha um dia mto bom!


terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Mais um desejo de 2013 que se concretizou!!! :)

Vou ser tia!!!


Calma! Calma!! Calma!!! Não, não tenho a minha irmã grávida, nem nenhum dos meus irmãos "mandou vir" outro filho... Vou ser tia, mas tia de coração. E que coração!!! Este foi um dos meus desejos para 2013 e concretizou-se!
Uma grande amiga, a minha querida R.E. (nome de solteira), companheira de escola, de aventuras, de maluquices, de loucuras, de muitas horas de riso e quase minha irmã disse-me hoje que estava grávida. E eu sinto-me tão, mas tão feliz por ela! Esta criança é tão merecida como foi batalhada, desejada e será amada... Acredito mesmo que é uma bênção, pois ao fim de alguns anos de um casamento feliz e após tantos tratamentos de fertilidade eis que, finalmente, "vamos" ter um bebe! Estou mesmo feliz!
E com isto, a minha amiga cumpre a sua promessa, feita quando ainda éramos ambas umas meninas tolas e despreocupadas e eu vou ser TIA deste bebe...

Parabéns R&T!!!
E contem comigo para vos ajudar...

#18 - Dicas para o homem perfeito

Há coisas na "lida da casa" que todas nós mulheres não gostamos de fazer! Por isso, é que procurar o homem perfeito, pode mesmo significar, procurar um "fado" do Lar... Não precisa de ser completo, leia-se, fazer tudo em casa, mas há assim umas coisinhas em que ajuda muito:
- Lavar a loiça! (já o tinha dito aqui, mas repetir é dar importância! E eu pessoalmente não gosto nada)
- Fazer a cama de manhã
- Passar a ferro
(...)

Enfim, quase tudo (ou mesmo tudo, vá) aquilo que nós não gostarmos de fazer em casa... E aqui a lista pode variar bastante.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

...


Uma aventura antes dos 30

O mote está lançado...
O desejo mais que instalado...
A data já foi marcada! E agora...
 

É só ir colocando umas moeditas de parte, para daqui a 173 dias ir realizar uma aventura! 

As prendas de natal personalizadas :)

Mais uma encomenda...

Para a irmã do coração: que é educadora :)

Aberto também estava muito fofinho :)

O 1.ª a ser feito, para a amiga JS

O detalhe de alguns embrulhos...

Esperança, Caridade e Fé: a prenda das minhas meninas da catequese...

Igual mas diferente para os rapazes...
E ainda houve mais umas tantas prendinhas feitas por mim e/ou encomendas de pessoas amigas e conhecidas, mas por lapso não as fotografei. :(

2014 será... :)

O ano em que completo 3 décadas de existência.

O ano em que tenciono marcar o meu corpo com algo que ficará para sempre.
 

O ano em que me atiro "de cabeça" num salto em queda livre, naquele que será por certo o salto mais louco da minha vida!
 

O ano em que quero voltar a um lugar onde já fui feliz na simplicidade e onde encontrei a paz...

O ano em que me entrego, sem medos, à minha vocação: seja ela qual for!
O ano em que me dedicarei mais a mim, à minha saúde e ao meu bem estar físico e psicológico.
O ano em que termino tudo o que comecei no passado e que fui deixando pendente, em que iniciarei novos sonhos, projectos, vitórias e até fracassos e em que continuarei a 100% em tudo o que amo e me faz feliz!

domingo, 5 de janeiro de 2014

2013 foi...

    O ano da doença cá em casa! Esta bateu-nos à porta e nós, simpaticamente, não tivemos outra alternativa senão deixá-la entrar... Foi um ano como não desejo a ninguém. Só nós e uns outros tantos sabem o que são as horas passadas entre consultas, exames, diagnósticos, operações, esperas e tratamentos no IPO de Lisboa.
    O ano dos casamentos! E um deles foi extremamente especial! Casar uma irmã de coração só acontece uma vez na vida...
     
    O ano da amizade! Este ano, reforcei e solidifiquei algumas amizades que agora sei que vão ser para sempre, fiz novos amigos, conheci pessoas fantásticas e sobretudo pude contar com os alguns dos melhores amigos de sempre nos momentos mais difícieis e inimagináveis... A alguns já agradeci, a outros nem tanto, mas são e serão sempre muito especiais e nunca esquecerei o que fizeram por mim e/ou pelos meus.
     
     

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Apaixonada por presépios #6

Um presépio bem diferente mas com todo o sentido...

 
LINDO!!!

Balanço dos últimos seis meses do ano - PARTE III

Dezembro foi um mês vivido à grande!!!
Dezembro foi grande em acontecimentos, em novidades, em pessoas, em mudanças e em quase tudo!
Foram muitos "os grandes acontecimentos" neste mês, e não quero dizer que estes foram grandes de longos ou em quantidade, mas sim que foram grandes pela sua veracidade... Dezembro começou com a campanha do BA, o que abre logo em grande qualquer que seja o  mês! Depois tive hipótese de ter muitas e boas festinhas de natal, de diferentes estilos e com diferentes pessoas, com crianças de todas as idades, adolescentes, idosos, colegas de trabalho, amigos, familiares... Para mim, a magia do natal está nas pessoas, no brilho que cada um traz no olhar, nos sentimentos compartilhados, nos sorrisos sinceros, nas crianças felizes, nas partilhas genuínas, no dar e no receber amor verdadeiro... E nestes aspectos, o meu Natal foi do melhor!

Quero destacar uma festa em particular - a da catequese - que foi aquela que eu orientei e que, por tudo, foi muito boa! Se me perguntarem se foi a melhor? Direi que não, pois houve (como haverá sempre) pequenas coisas que podiam não ter acontecido ou que poderiam ter sido diferentes, mas foi sem dúvida muito, muito boa! Foi boa, porque alcançamos todos os objectivos propostos, porque as crianças, adolescentes, as suas famílias e todos os amigos da nossa catequese estavam felizes, porque houve grandes manifestações de amizade, amor e carinho naquele acontecimento e, sobretudo, porque quando fazemos as coisas com o objectivo colocado no principal - o Senhor! - tudo corre sempre bem... Mesmo que haja quem deseje o contrário, quem não se empenhe, quem não acredite, quem critique, quem esteja sempre contra, quem queira sempre mal, com o Senhor no centro tudo correrá sempre bem! E tudo correu bem porque o Senhor sabe tudo, a todos conhece e para todos tem o que lhe está destinado... Agradeço muito a todos os que comigo partilharam grandes momentos nesta festa!
 
Também este mês resolvi um assunto que andava, assim meio "pendente", desde o dia 27/09/2012: a minha situação enquanto jovem mariana vicentina. E, neste campo, entram as mudanças pois serão muitas as novidades e os desafios que vão surgir nos próximos tempos. Contudo, estou feliz! De novo, faço parte de um grupo e, neste momento, é como ter uma nova casa e uma nova família, sem ser tudo diferente ou totalmente novo... Obrigada S.C.!
 
Depois este é o mês do Natal, das compras, das correrias e das confusões aceleradas, que nos fazem esquecer, quase tudo o que é importante nesta época e, no que a isto diz respeito, eu consegui cumprir mais um desejo dos que tinha para 2013 e, não dando valor às coisas, dediquei-me a 100% aos trabalhos manuais e  entreguei sempre um miminho aos que para mim são de facto muito importantes (em breve mostro fotos de algumas coisas!). A véspera e o dia de natal foram passados com a família e, tal como acontecera no dia dos meus anos, ainda consegui nestes dois dias dividir-me ao máximo e estar com os principais da minha vida! O que foi das melhores prendas recebidas...
 
Mas Dezembro foi ainda um mês cheio de bênçãos, para além de novos amigos, houve ainda novas reconquistas, muito tempo de qualidade passado entre pessoas importantes, risos e alegrias, um nascimento, o anúncio de uma bonita gravidez, o convite e a aceitação para mais uma missão em igreja, muitas prendinhas boas deixadas no sapatinho, o retorno a uma bonita cidade e uma passagem de ano em grande!

O ano de 2013 pode não ter sido o melhor, mas acabou da melhor forma possível!!!
FIM! :)

Mudar!!!


#15- O que dizem de mim

"Se há algo que aprendi contigo é  que a verdadeira riqueza da vida está no amor e nas pessoas que todos os dias contribuem para a nossa felicidade"
 
 
Sinto um orgulho, uma felicidade e um misto de sentimentos muito, muito bons quando me apercebo que nesta vida já ensinei coisas tão belas, como esta... Sensação de dever cumprido!
 

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014